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Horário das Missas

Segunda a Sexta - 18 H

Sábado - 19 H

Domingo - 10 H


 

" Sé Velha, o lugar mais carregado de significado espiritual e eclesial em toda a nossa cidade e diocese de Coimbra. O facto de ter sido consagrada como Igreja Mãe e dedicada a Santa Maria de Coimbra sintetiza a teologia acerca da relação indissociável entre Maria e a Igreja, a Mulher e Mãe e o Povo de Deus ou Povo de Filhos. " (08/12/2015)


D. Virgílio do Nascimento Antunes, Bispo de Coimbra

 

Atendimento Paroquial (Cartório Paroquial)

De Segunda a Sexta, da 10 h - 12 h e das 14:30 h - 18:00 h.


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A Sé Velha é uma igreja aberta ao Culto e ao Turismo.
Nesta Catedral está sediada a comunidade paroquial católica de São Cristóvão, da Diocese de Coimbra, desde início do séc XIX, com a missão de zelar pela sua conservação e nela manter a prática do culto.
A Sé Velha de Coimbra é um dos edifícios em estilo românico mais importantes de Portugal.



 

Old Cathedral of Coimbra

Old Cathedral of Coimbra

A Igreja Mãe

A Igreja Mãe

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A Igreja Mãe


A única Igreja que é chamada de Igreja Mãe, em qualquer diocese do mundo, em Roma ou em Macau é a Sé Catedral designada pela autoridade do Papa. Nenhum Bispo tem poder para atribuir a uma igreja da sua diocese essa dignidade.


Na Bula de proclamação jubileu extraordinário da misericórdia, o Papa Francisco reforça a dignidade da Igreja Mãe em relação à outras igrejas e basílicas onde oficia o Papa e os Bispos.


Diz o Papa “ no Terceiro Domingo de Advento, abrir-se-á a Porta Santa na Catedral de Roma, a Basílica de São João de Latrão. E em seguida será aberta a Porta Santa nas outras Basílicas Papais. Estabeleço que no mesmo domingo, em cada Igreja particular – na Catedral, que é a Igreja-Mãe para todos os fiéis, se abra igualmente. O Jubileu será celebrado, quer em Roma quer nas Igrejas particulares, como sinal visível da comunhão da Igreja inteira ”.


A importância dada à Igreja-Mãe vem-lhe de ser o símbolo da unidade das igrejas, de ser uma expressão material do corpo místico de Cristo na sua plenitude do corpo e membros, de ser qual esposa adornada para seu esposo, de ser a nova Jerusalém pura visão de paz.


A esta Igreja-Mãe é devido um culto de latria relativa, há muitos anos gravado nos livros litúrgicos e celebrado anualmente de modo festivo pela assembleia dos crentes. A dignidade deste culto antepõe-se ao culto de Nossa Senhora, dos Apóstolos, dos Mártires, dos confessores e das virgens e sobrepõe-se à solenidade litúrgica dos domingos comuns. É claro que não adoramos pedras ou materiais de construção. A nossa atenção prende-se aos mistérios divinos e à simbologia cristã.


No que à Igreja-Mãe de Coimbra, anotamos, de mais significativo, que depois de martirizada e saqueada em 1772, por vis motivações pessoais e políticas contra toda a linhagem dos Távoras, e contra os Jesuítas, da parte do governante da altura, depois de um período de grandeza e glória que vinha desde o seu início com a independência de Portugal, a Catedral reencontrou e recuperou a sua primitiva dignidade em 1934, altura em que, após as obras de restauro que lhe conferiram a possível prístina forma românica, foi de novo consagrada e confiada à proteção de Santa Maria de Coimbra, de Santo António, da Rainha Santa e do Beato José de Anchieta.


A vivência do Ano Jubilar da Misericórdia abre agora novo caminho para percorrer. Ansiamos, pois, por melhor entendimento entre as instituições cristãs, com afirmação e vivência de um novo espirito de reconciliação e de paz.


Monsenhor João Evangelista

Sábado, 17 Outubro 2015 15:42